sexta-feira, 21 de junho de 2013

Até ao âmago da contradição




Quero manter-te dentro de mim,
não tão dentro, que me chegues ao coração
Mas dentro o suficiente para ardermos de paixão

Quero amar-te com volúpia, e não me chegues ao coração
Pois quero que ardas comigo, só às vezes
e sem compromissos e coisas de dar a mão.

Fica dentro de mim;
fecha os olhos;
ultrapassemos esta dimensão
 e aí sim, ama-me como se não houvesse amanhã,
grito o teu nome e cravo os dedos na tua pele
Enquanto me possuis
mas, aí de ti, que me chegues ao coração…



2 comentários:

  1. Obrigada Carolina =)
    Inventa-se cada coisa quando se pensa em demasia, que depois saem quase poesias ;)

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