Quero ser tua.
Já disse que quero ser tua!
Obriga-me a servir-te
Ordena-me a amar-te
Sê ríspido comigo!
Faz-me ajoelhar ante ti
Faz-me ser má, amarga, egoísta
Faz-me louca, demente
Mas tua.
Carne quente em ti
Carne minha, carne tua
Carne nossa no singular;
a fusão de nós
Confusão de palavras
Desordem de sentidos
E calor…
O nada além de nós,
Vácuo, desinteressante
Vazio do todo.
Assim, de novo…
Sê meu…
É com este "quase poema" da minha autoria ;) que vou iniciar este espaço.
É um grito de libertação não dito ao visado.
Nasceu numa súbita inspiração, resultou numa ultima súplica.
Hoje sou uma princesa mais leve e feliz :)
ps: há alguém que sofre os meus ataques de mimo, a ele um grande obrigado!